quarta-feira, 4 de março de 2009

Vida e Obras

Lima Barreto nasceu em 1881, quando estava chegando ao Brasil o Realismo. Morreu em 1922, ano de realização da Semana de Arte Moderna. Ele era mestiço, e sofreu muito preconceito na época em que havia uma sociedade que discriminava as pessoas com base na cor de sua pele. Trabalho como jornalista, o que o manteve em uma vida estável. Lutou contra o alcoolismo, que acabou provocando a sua morte. O seu funeral foi ignorado pelos grandes pensadores da época, estando presente apenas pessoas anônimas sobre quem ele havia escrito. Em seu legado há uma vasta coleção literária na qual se destacam os romances Recordações do Escrivão Isaías Carminha (1909), Triste fim de Policarpo Quaresma (1915), Numa e Ninfa (1915), Vida e Morte de M.J. Gonzaga de Sá (1919), Os Bruzundangas (1923) e Clara dos Anjos (1948). Também escreveu dezenas de contos como A nova Califórnia e O Homem que sabia Javanês.

4 comentários:

  1. Tá faltando um cometário
    da nossa mestre literária, Rosi-N!
    mas vamo que vamo!!!
    CINETUBERS!

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  2. Um grande escritor do porte de Lima Barreto não conseguiu entrar na Academia Brasileira de Letras.Enquantos outros que não vou citar nomes, verdadeiras nulidades, conseguiram.Pertencer a ABL não é nenhum mérito, portanto.

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  3. achei interessante ,ele é um homem corajoso por enfrentar os preconseitos.

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